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01 jun 2022

A Construção da Nova Era

Professor Jacques falando sobre A Construção da Nova Era

A Construção da Nova Era, ou seja, do Futuro, se relaciona com a Revolução Tecnológica, onde acontece com o avanço, evolução e transformação da tecnologia e do universo digital. Além disso, as atitudes dos líderes dentro das empresas é importante, já que as organizações precisam entender e saber lidar com a modernização e as inovações.

 

No último evento organizado pelo Profuturo FIA Business School, a Formatura do MBA Executivo Internacional, contamos com a presença do Professor Jacques Marcovitch em uma discussão sobre “A Construção da Nova Era”. A partir disso, tivemos quatro alunos convidados que representavam as suas turmas, os quais falaram de suas percepções e experiências de como é essa transição do mundo industrial para o mundo digital, as diversas crises que enfrentamos atualmente, as mudanças e impactos no corporativo e nas nossas relações pessoais, além de discutir sobre a construção do futuro.

 

Para o Professor Jacques, enfrentamos diferentes rupturas nesse caminho, com muitas mudanças e oportunidades de crescimento para o Brasil. Com isso, a “Nova Era” diz respeito dessa migração para o digital e junto com ela, novas rupturas: as crises sanitária, econômica, social, política, geopolítica, tecnológica e ambiental. Tudo isso pensando nas novas gerações que vêm, novos futuros e a construção desse futuro que está sendo moldado.

 

Assegurar uma geração de empregos, renda e benefício com uma melhor distribuição de renda e segurança. Tudo isso depende da elite brasileira, dos líderes e corporativos que constroem um futuro para o país. Outra responsabilidade da elite é garantir a segurança digital que precisamos nessa transição no país, é necessário ter regulamentações e educação digital para todos.

 

A partir desse cenário, o Professor Jacques Marcovitch dá a palavra aos formandos Alex Takaoka, Anna Carolina Mattioli, Carla Calzini e Rafael Arantes, para falarem sobre como viveram esses dois anos de pandemia em suas empresas, como estão enfrentando o presente e como estão se preparando para o futuro.

 

Formandos representantes das turmas 51, 52, 53 e 54.

Para Alex Takaoka, nada vai ser como antes, as relações mudaram, o trabalho e a rotina. Mesmo com toda a tecnologia que temos, é o aspecto humano que nos mantém conectados para enfrentar todas as dificuldades que passamos. Assim, as pessoas foram moldadas, suas percepções, personalidades e forma de relacionamento. Foi um processo transformador para todo mundo, e, por isso, o aspecto psicológico precisa ser muito trabalhado.

 

Segundo Anna Carolina Mattioli, em sua organização, a crise foi vista com um viés de sustentabilidade com três pilares: pessoas, finanças e sociedade. A preocupação frequente com os funcionários e a segurança para conseguir manter produzindo o serviço, doações para pessoas necessitadas e assegurar o emprego e salário de todos em um momento tão difícil. Para ela, o curso MBA Executivo Internacional a preparou para liderar durante essas avenças, inclusive a Pandemia e outros que surgiram em sua empresa, como o ataque cibernético.

 

Carla Calzini fala que a inteligência emocional é muito importante nesses momentos de crise, principalmente quando se é líder. Se voltar para as pessoas com quem trabalhamos e ter sensibilidade de lidar com cada pessoa que passa por nós dentro e fora das empresas.

 

Por fim, Rafael Arantes contextualiza historicamente os acontecimentos desde 2017, o ano que sua turma iniciou, até hoje. Ele diz que foi preciso muitos conflitos e crises para moldar as relações internacionais do mundo, que foi de grande ajuda com a chegada da Pandemia da COVID-19. Hoje convivemos com uma necessidade de ajuda entre as nações, por isso as empresas precisam se importar mais com isso. Ou seja, lucro não tem que ser mais a prioridade das empresas e sim a preocupação com a sociedade e o ambiente.

 

Para finalizar a discussão, o Professor Jacques Marcovitch discursa sobre a migração da Nova Era, o que nos torna imigrantes, como nossos antepassados. Nesse processo são valorizadas quatro dimensões: o destino que vamos, o que vamos carregar nessa jornada, as relações que fizemos e os aprendizados que adquirimos.

Professor Jacques em seu discurso.

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